Época 2025/26
As águas do rio Douro voltaram a encher-se de cor no passado sábado, 19 de setembro, com a realização da XVI Regata do Infante, prova emblemática organizada pelo clube We do Sailing / BB Douro com o apoio da Ágora e do Município do Porto. Reunindo mais de quatro dezenas de embarcações entre a foz do Douro e as frentes ribeirinhas de Porto e Vila Nova de Gaia, o evento proporcionou um espetáculo náutico único e muito disputado.
A regata ficou marcada por condições meteorológicas típicas do estuário no final de verão, com temperaturas elevadas e vento fraco do quadrante noroeste a moderar ao longo do dia. A exigência do campo de regatas — aliando a gestão das correntes do rio à reduzida intensidade do vento — colocou à prova a leitura tática e a precisão das tripulações nas decisões de rumo e na escolha das margens.
A representação da Academia MENTOR esteve em grande evidência nas respetivas divisões de cruzeiro, arrecadando dois lugares nos pódios finais:
🏆 1.º Lugar em ANR 2: Henrique Bui, em representação da Academia MENTOR a bordo do Ojo Piojo, assinou uma exibição irrepreensível, conquistando a vitória na classe ANR 2.
🥈 2.º Lugar em ANR 3: Na divisão ANR 3, Tomás Andersen esteve em destaque no My Way, de Pedro Cunha, garantindo um excelente 2.º lugar da classe.
A prestação dos velejadores da Academia MENTOR na Regata do Infante reafirma o compromisso com a competitividade e a presença ativa nas provas de referência do panorama náutico nortenho. O evento encerrou com a habitual entrega de prémios e convívio entre tripulações, celebrando a paixão pelo mar e a promoção da vela na região.
O estuário do Rio Mondego foi palco do encerramento do Campeonato de Mini-Cruzeiros, uma organização do Clube do Mar de Coimbra que reuniu uma frota de seis embarcações para a disputa das três últimas regatas da época.
A Academia MENTOR esteve representada pelo Offshore, um Beneteau Class 8 que cumpriu com distinção o seu propósito de integração e desenvolvimento de jovens velejadores em ambiente de regata de cruzeiro.
Sob condições meteorológicas favoráveis, com temperaturas quentes a rondar os 25 °C, céu limpo e uma brisa amena a moderada — ideal para a navegação tática no rio —, o Offshore apresentou uma equipa jovem e de formação. Com Leonor Faria ao leme, a tripulação contou com Edgar Faria, Mafalda Varanda, Alice Faria e Miguel Fonseca.
A evolução ao longo do dia realizou-se com uma avaria que levou a 6.º lugar no tempo real na regata de abertura, a jovem tripulação afinou com uma boa tática no rio, conquista a vitória em tempo real nas duas regatas seguintes (1.º / 1.º). Mais do que os parciais, o formato permitiu consolidar manobras e trabalhar a navegação com saltos de vento e concentração da equipa a bordo de um barco de maiores dimensões para as crianças.
O evento terminou com um habitual momento de confraternização nas instalações do Clube do Mar de Coimbra, onde foi partilhado o plano e o calendário para a próxima época desportiva.
A Academia MENTOR reforça assim o seu compromisso com a democratização e formação na vela, contando com mais uma embarcação afeta à sua escola a competir. A presença constante nestas provas de mini-cruzeiros revela-se fundamental para acompanhar a evolução técnica dos velejadores e proporcionar uma transição segura e motivadora para a vela de cruzeiro e de equipa.
As águas de Baiona acolheram este fim de semana a 41.ª edição do Troféu Príncipe das Astúrias, um dos eventos mais prestigiados e icónicos do calendário náutico da Galiza, organizado pelo Monte Real Club de Yates de Bayona.
A Academia MENTOR voltou a responder ao convite deste mítico troféu, fazendo-se representar pelo Javitudo, capitaneado por Sérgio Castel-Branco e com Henrique Bui e Tomás Andersen, Paulo Andrade, Miguel Tinoco, Jorge e Filipe Pedrosa e Pedro Marques, a integrarem a tripulação.
O fim de semana de regatas ficou marcado pela escassez e instabilidade do vento, condições que exigiram um elevado rigor tático, paciência e concentração constante por parte de toda a frota para tirar o máximo rendimento das embarcações.
Na ORC Extra, a tripulação do Javitudo assinou uma prestação consistente perante as adversidades meteorológicas, alcançando o 5.º lugar da classificação geral.
A edição deste ano ficou também marcada pelo grande triunfo de Manuel María, que voltou a sagrar-se vencedor na concorrida classe dos monotipos J80.
A participação no Príncipe das Astúrias reforça a forte ligação da Academia MENTOR aos grandes eventos da vela galega, somando mais uma prestação num dos campos de regata mais exigentes da Península Ibérica.
A XXIV Regata Internacional Canárias – Madeira, uma das mais emblemáticas travessias de navegação oceânica do Atlântico, realizou-se entre os dias 1 e 5 de setembro, unindo mais uma vez as águas de Santa Cruz de Tenerife ao Funchal.
Em destaque esteve a embarcação Vadio, que contou com a presença de Henrique Bui, velejador em representação da Academia MENTOR.
A prova, que ligou Canárias à Madeira ao longo de cerca de 300 milhas náuticas, exigiu elevado rigor tático, gestão do sono e leitura do comportamento dos ventos em pleno oceano.
Numa frota muito competitiva, o Vadio completou a travessia em 45 horas, 4 minautos e 57 segundos. O tempo alcançado permitiu à embarcação assegurar um excelente 2.º lugar na classe ORC 2 (ficando apenas atrás do Antigua Crayola) e um brilhante 5.º lugar na Classificação Geral, afirmando-se no "top 5" absoluto de toda a frota participante.
A prestigiada Regata Rías Baixas, um dos grandes clássicos da vela de cruzeiro na Península Ibérica promovida pelo Real Club Náutico de Vigo, voltou a ser palco de um duelo intenso na sua edição de 2026 que acabou a 15/08/2026 nas rias galegas.
A manter uma já longa tradição de presença e competitividade nas águas galegas, o Javitudo, sob o comando de Sérgio Castel-Branco e a equipa, alcançou um espetacular 2.º lugar no pódio na classe Open 2.
A campanha do Javitudo nesta 63.ª edição ficou marcada por um equilíbrio absoluto no topo da classificação. Após etapas exigentes a navegar pelos fiordes e canais das Rías Baixas, a embarcação lusa terminou a competição empatada em pontos com o 1.º classificado, com a vitória final a ser decidida apenas pelos critérios de desempate da organização.
Mais do que o resultado desportivo, a participação renovou os fortes laços de amizade e desportivismo que unem a equipa à organização do evento e à comunidade náutica de Vigo.
"Un año sin las Rías no sería lo mismo. Sabemos el esfuerzo que hacen para organizar cada edición. Gracias por seguir insistiendo. ¡Cuenten con nosotros, siempre!", destacou Sérgio Castel-Branco no final da competição, sublinhando o compromisso de regresso nas próximas edições.
Com este vice-campeonato de grande prestígio, o Javitudo junta mais um troféu de relevo ao currículo da equipa na presente época desportiva.
A edição de 2026 da Volta a Portugal à Vela encerrou em Portimão, coroando o MAKAI, uma embarcação figueirense, como vencedora da classe ORC. A competição, promovida pela Federação Portuguesa de Vela, voltou a unir o país de norte a sul ao longo de cerca de 355 milhas náuticas entre Vila Nova de Gaia e o Algarve, proporcionando grandes momentos de navegação e convívio entre as tripulações.
Sob o comando de Miguel Fonseca, a tripulação do Makai — composta por Edgar Faria, Nuno Duarte, António Caseiro, Vasco Justino, Pedro Horta e Vale, João Henriques e Henrique Bui — manteve uma prestação regular ao longo das oito etapas.
O barco que tem participado em regatas em Espanha, tinha preparado o fecho da época desportiva nesta que, a par do campeonato nacional de ORC (cancelado), é a prova de referência nacional.
O MAKAI demonstrou consistência, quer nas travessias costeiras, quer nas regatas técnicas, permitindo à teripulação acumular parciais sólidos — incluindo quatro vitórias de etapa — e fechar a classificação geral em 1.º lugar, com 9 pontos.
A disputa pelos lugares cimeiros manteve-se viva até ao fim, com o Mar Meu (Clube de Vela de Viana do Castelo, 12 pts) e o Pocket Rocket (Clube Náutico da Figueira da Foz, 12,5 pts) a completarem um pódio de elevado nível técnico.
"Foi uma grande travessia pela nossa costa. Costumamos participar em provas em Espanha, onde fazemos algumas etapas longas como preparação, mas ter uma competição com esta dimensão em Portugal é algo muito especial. Fomos conseguindo bons resultados tanto nas etapas costeiras como nas regatas técnicas, o que nos deu a margem necessária para gerir a pontuação. Na última etapa a vitória já estava assegurada, mas fizemos questão de dar o nosso melhor e vencer em real também a última prova", salientou Miguel Fonseca.Na classe ANC, que contou com 22 embarcações inscritas e teve como vencedor geral o Funbel-Nacex (Associação Naval de Lisboa), destacaram-se várias tripulações pelo empenho e desportivismo ao longo de toda a travessia.
First Way (Clube do Mar de Coimbra): Com uma navegação segura e muito regular, a embarcação do Clube do Mar de Coimbra assinou excelentes parciais ao longo do percurso, alcançando o 7.º lugar da classificação geral em ANC (32 pontos).
Kamba (Academia Mentor / CV Atlântico): A representar a Academia Mentor, a equipa do Kamba concluiu as 355 milhas da prova no 17.º lugar da geral (82,5 pontos).
O regresso da Volta a Portugal à Vela, após mais de duas décadas, foi amplamente saudado por velejadores, clubes e entidades desportivas, como o Comité Olímpico de Portugal. Mais do que a competição pura, o evento destacou-se pela excelente organização e pelo companheirismo partilhado entre todas as tripulações ao longo dos vários portos de escala.
A Academia Mentor felicita todas as equipas participantes, a organização e os clubes envolvidos pelo sucesso desta grande festa da vela portuguesa.
Classe ORC:
1.º Lugar: MAKAI (Academia Mentor) — 9 pts
2.º Lugar: Mar Meu (CVVC) — 12 pts
3.º Lugar: Pocket Rocket (CNFF) — 12,5 pts
Classe ANC (Destaques):
7.º Lugar: FIRST WAY (Clube do Mar de Coimbra) — 32 pts
17.º Lugar: KAMBA (Academia Mentor / CV Atlântico) — 82,5 pts
A frota da classe ORC reuniu-se nos dias 4 e 5 de julho para a disputa do Campeonato Regional Norte de ORC 2026. A competição, realizada ao longo do fim de semana com um total de cinco regatas disputadas, testou a consistência e a capacidade de adaptação das tripulações em águas nortenhas.
Na divisão ORC C, a vitória final sorriu à embarcação AGAIN X, de Pedro Patrício (Sport Clube de Aveiro), que somou 4,5 pontos após o descarte, seguida pelo Mad Max, de Carlos Morgado (6,5 pontos), e pelo Pocket Rocket, de Diogo Gameiro (12 pontos).
A representar as cores da Academia MENTOR, o Makai, capitaneado por Miguel Fonseca, encerrou a sua participação no 5.º lugar da tabela geral da classe, acumulando 17 pontos líquidos. Num campo de regatas a navegar nas águas da Figueira da Foz, a tripulação do Makai manteve uma toada regular ao longo do programa, com parciais de 4.º e 5.º lugares em corrigido, não tendo o barco o andamento previsto aproveitando o evento para afinar alguns pontos no andamento do barco, somar ritmo competitivo e testar afinações técnicas em regatas de frota.
A edição de 2026 da regata do Dia da Marinha, organizada pelo CNOCA nos passados dias 23 e 24 de maio, foi um verdadeiro teste aos velejadores e organização.
Num fim de semana marcado por condições meteorológicas extremamente adversas para a prática da vela, o primeiro dia de competição foi passado inteiramente em terra, com a frota a aguardar por um vento que nunca chegou a estabelecer-se.
No domingo, o cenário exigiu um esforço redobrado. Perante a escassez de vento e a forte oposição da corrente, a Comissão de Regatas (CR) conseguiu, com grande persistência, validar duas regatas. Foram provas curtas e tecnicamente muito exigentes, onde a capacidade de progressão e a leitura tática foram os maiores desafios.
A MENTOR, representada pela dupla Jaime Baptista e João Gil (CNAFF/Mentor), garantiu um sólido 8.º lugar na classificação geral entre 21 embarcações. Um resultado de relevo, considerando que a tripulação conseguiu manter-se consistente (6.º lugar na R1), navegando no "top 10" da frota e num campo de regatas onde cada metro conquistado à corrente foi decisivo.
A Liga de Inverno Cíes-Rande 2026 chegou este sábado ao fim com uma etapa decisiva que ligou as águas de Vigo à baía de Baiona. A quinta e última prova do circuito, organizada pelo Monte Real Club de Yates de Bayona (MRCYB) em conjunto com o seu Troféu Verde, encerrou com chave de ouro uma temporada marcada pela elevada competitividade e por condições meteorológicas desafiantes.
Na classe ORC 3, o Makai, liderado por Miguel Fonseca, Edgar Faria, Nuno Duarte, Vasco Justino e Pedro Horta e Vale, partiu para esta última etapa com o objetivo de consolidar a sua posição no pódio. Num percurso costeiro de 13 milhas com partida frente ao RCN de Vigo e chegada em Baiona, a tripulação portuguesa demonstrou mais uma vez a sua consistência ao fechar a regata no 4.º lugar. A vitória da etapa pertenceu ao Aceites Abril, seguido pelo Bon III e pelo também português Mad Max.
Este resultado foi determinante para as contas finais do campeonato: com uma prestação regular e resiliente ao longo de todas as provas, o Makai garantiu o 2.º lugar da classificação geral da Liga de Inverno Cíes-Rande 2026. O título de Vice-Campeão nesta prestigiada liga galega sublinha a regularidade demonstrada pelo Makai ao longo de todas as etapas do circuito revelou-se a chave para o sucesso final.
A presença portuguesa estendeu-se à classe ORC 4-5, onde o Javitudo, liderado por Sérgio Castel-Branco, Henrique Bui, Tomás Andersson, Miguel Tinoco, Francisco Carona e Jorge Pedrosa participou no Troféu Verde, realizando o mesmo percurso que a frota da Liga. Numa regata muito técnica, a embarcação lusa obteve um sólido 4.º lugar, reforçando a competitividade das tripulações nacionais nas águas da Galiza.
Após a chegada da frota, as instalações do MRCYB acolheram a cerimónia de entrega de prémios, celebrando os vencedores desta 12.ª edição. A frota entra agora num período de preparação para os próximos desafios, com o regresso às águas de Vigo já marcado para o dia 3 de outubro, data de início da Liga de Outono Cíes-Rande 2026.
A equipa do Makai fecha assim este ciclo com um balanço extremamente positivo, trazendo para Portugal o troféu de segundo classificado e a motivação renovada para as competições que se avizinham.
A frota da classe Snipe reuniu-se no passado fim de semana, 18 e 19 de abril, para a disputa do Torneio de Primavera, organizado pelo CNOCA. A prova foi marcada pela forte instabilidade meteorológica, que exigiu elevados níveis de paciência e rigor tático por parte das tripulações.
O primeiro dia de competição foi condicionado pela escassez e instabilidade do vento, permitindo a realização de apenas uma regata, que foi alvo de um encurtamento de percurso devido às condições de muito pouco vento. No segundo dia, após longos períodos de espera em terra, a frota conseguiu aproveitar uma janela de oportunidade para realizar mais duas regatas com vento fraco, completando assim o programa desportivo possível.
A MENTOR fez-se representar pelo barco "No Escritório", tripulado por Catarina Sousa e João Gil. A equipa participou na jornada inaugural e não competindo no segundo dia, garantindo o 18.º lugar da classificação geral, num contexto de regata onde a leitura das correntes e das pequenas variações de pressão foi decisiva.
Em destaque estiveram também Bernardo Feio e Gonçalo Tomé, velejadores do Clube do Mar de Coimbra, que assinaram uma prestação muito sólida ao longo de todo o torneio. A dupla finalizou a competição num excelente 7.º lugar.
A 12.ª Regata Interclubes da Ria de Pontevedra encerrou este sábado, em Marín, com uma etapa final de elevada intensidade e espetacularidade. Sob a organização da Escola Naval Militar, a sexta prova do circuito foi marcada por ventos de componente Norte que superaram os 15 nós, proporcionando um desfecho emocionante para uma edição que contou com a participação de mais de 50 embarcações.
Na classe de elite, a Classe 1 Froiz, o Bião II, liderado por Rodrigo Cunha, com Miguel Fonseca na tática, confirmou o seu estatuto como um dos protagonistas do circuito. Após seis etapas de grande exigência tática e técnica, a embarcação portuguesa conquistou o 3.º lugar definitivo na classificação geral. A consistência demonstrada pela tripulação ao longo de toda a competição permitiu assegurar a presença no pódio final de uma categoria extremamente competitiva, decidida apenas por um empate técnico no primeiro lugar.
Na Classe 4 Murimar, o Javitudo, de Pedro Barbosa e Sergio Castel-Branco, assinou uma prestação de excelência ao garantir o 3.º lugar no pódio final do campeonato. Numa frota numerosa e muito disputada, a equipa demonstrou uma resiliência notável. O Javitudo terminou o circuito empatado em pontos com o segundo classificado (Espita), comprovando que a luta pela prata se manteve acesa até à última milha da competição.
A prestação das cores nacionais nesta 12.ª edição sublinha a vitalidade e o nível técnico da vela lusa em águas galegas. O esforço logístico e desportivo das tripulações foi recompensado com a presença nos lugares de honra de duas das categorias mais prestigiadas do evento.
A cerimónia de encerramento e entrega de troféus decorreu na noite de sábado, no Liceo Casino de Pontevedra, onde foram celebrados os vencedores e o espírito de confraternização entre as tripulações ibéricas. Com o balanço de dois pódios finais, as equipas portuguesas reafirmam a sua posição de destaque no panorama náutico regional, antecipando já o regresso nas próximas edições.
A quarta e penúltima etapa da Liga de Inverno Cíes-Rande, realizada este sábado sob a organização do Real Club Náutico Rodeira de Cangas, proporcionou um dos momentos mais espetaculares da temporada. Com ventos estáveis de 20 nós de intensidade, o Comité de Regata optou por uma rara e visualmente impactante largada em popa, obrigando a frota a içar os seus spinnakers e gennakers logo no momento do tiro de partida.
Na classe ORC 3, o Makai, de Miguel Fonseca (Mentor da Foz), partia como um dos grandes favoritos após os excelentes resultados nas jornadas anteriores. Contudo, a exigência das condições meteorológicas e a intensidade do vento acabaram por ditar um desfecho inesperado. Uma avaria mecânica forçou a embarcação portuguesa a abandonar a prova, impedindo a tripulação de lutar pela vitória num traçado de 10 milhas.
Apesar do revés nesta quarta prova, a regularidade demonstrada pelo Makai ao longo de todo o circuito revelou-se decisiva. Na atualização da classificação geral da classe ORC 3, a embarcação portuguesa mantém-se firmemente instalada nos lugares de honra. O Makai ocupa o 3.º lugar do pódio, com 15 pontos, encontrando-se a escasso um ponto de distância do segundo classificado, o Aceites Abril, e mantendo uma margem de segurança sobre os restantes perseguidores.
O desfecho desta edição da Liga Cíes-Rande está agora agendado para o dia 25 de abril, com a grande final a decorrer sob a égide do prestigiado Monte Real Club de Yates de Bayona.
A equipa do Makai foca agora os seus esforços na rápida resolução da avaria, com o objetivo claro de apresentar-se na máxima força na etapa decisiva. Com o pódio ao alcance e a curtíssima distância pontual do segundo lugar, a última regata de Baiona promete ser o palco de uma disputa intensa pelas medalhas de prata e bronze do campeonato.
A penúltima etapa da 12ª Regata Interclubes da Ria de Pontevedra, realizada este sábado em Combarro, revelou-se uma das jornadas mais estratégicas e disputadas de todo o circuito. Sob condições de vento que testaram a paciência e a leitura tática das tripulações, a armada portuguesa voltou a estar em evidência, garantindo pódios fundamentais nas classes ORC 1 e ORC 4.
Na classe ORC 4 (Murimar), o grande destaque da jornada foi o Javitudo. Numa regata de grande exigência técnica, a tripulação demonstrou uma excelente consistência, assegurando um brilhante 2.º lugar. Este resultado é de extrema importância para a tabela classificativa, permitindo ao Javitudo consolidar a sua posição no grupo da frente e manter todas as aspirações abertas para a conquista de um lugar no pódio final do campeonato.
Na categoria rainha, a ORC 1 (Froiz), o Bião II, de Rodrigo Cunha, apresentou-se com uma tripulação reforçada pela experiência de Miguel Fonseca e Edgar Faria. A colaboração técnica revelou-se eficaz num campo de regatas complexo, permitindo à embarcação lusa garantir o 3.º lugar no pódio da etapa. Com este desempenho, o Bião II mantém-se na luta direta pelo pódio onde tudo se decide dia 11 de Abril, Em 1º outro 40.7 com 7 pontos e o IMX38 está empatado connosco com 8 pontos adiando para a última prova a decisão final sobre o vencedor do circuito.
A frota da Interclubes prepara-se agora para o desfecho da 12ª edição, que terá lugar na Escola Naval Militar de Marín. Com as pontuações extremamente apertadas em ambas as categorias, tanto o Javitudo como o Bião II partem para a última etapa com o objetivo claro de converter a regularidade demonstrada até aqui em vitórias finais nas respetivas classes.
Makai consolida protagonismo na Liga de Inverno Cíes – Rande com pódio em Bouzas
A Liga de Inverno Cíes – Rande atingiu este fim de semana 28 de Março o seu equador com a realização da terceira prova do calendário oficial. Sob a organização do Liceo Marítimo de Bouzas, a jornada foi marcada por condições meteorológicas de excelência, com o vento de Noroeste a fixar-se numa média de 12 nós, registando picos de intensidade de 18 nós que exigiram o máximo desempenho técnico das tripulações.
Na divisão ORC 3, o veleiro português Makai, capitaneado por Miguel Fonseca (Mentor), assinou uma das exibições mais consistentes da tarde. Num percurso tático de 9,3 milhas náuticas — que incluiu passagens estratégicas pelo Faro de Tofiño e Salaiños. O Makai assegurou 2.º lugar, afirmando-se no pódio com Bon III, atual líder a continuar invicto da categoria.
A prova de Bouzas caracterizou-se pela elevada competitividade da frota, num campo de regatas que se manteve pleno até ao cair da tarde. Para o Makai, o segundo degrau do pódio traduz a evolução técnica da equipa ao longo das últimas jornadas, evidenciando uma adaptação eficaz às exigências competitivas da Ria de Vigo.
Após o encerramento da jornada, o Liceo Marítimo de Bouzas ofereceu uma receção institucional aos participantes, assinalando o sucesso desportivo desta terceira entrega da Liga.
A frota da Liga Cíes – Rande retoma a competição no próximo dia 28 de março, tendo como anfitrião o Real Club Náutico Rodeira de Cangas. O Makai parte para a quarta prova com o objetivo renovado de manter a consistência e disputar a liderança da classe ORC 3.
A mais recente etapa da 12ª Regata Interclubes, disputada sob a organização do Real Club de Mar de Aguete, confirmou o domínio e a competitividade das equipas portuguesas na Ria de Pontevedra. Com as contas dos campeonatos ao rubro, as tripulações nacionais preparam-se para um final de circuito emocionante.
Na Classe 4 Murimar, o Javitudo foi o grande protagonista da jornada ao demonstrar uma velocidade de ponta impressionante. A equipa realizou uma leitura tática irrepreensível, cruzando a linha de chegada num brilhante 1º lugar em tempo real, sendo o barco mais rápido da sua frota na água.
Após a compensação de tempos, o Javitudo assegurou o 3º lugar no pódio da etapa. Este resultado é fundamental para as contas do campeonato: a embarcação ocupa agora o 4º lugar da classificação geral, mas encontra-se num empate técnico de 7 pontos com o 3º classificado. Com a zona de pódio à distância de um detalhe, a equipa mostra-se mais motivada para as decisões finais.
Também em excelente plano esteve o Bião II, de Rodrigo Cunha, na categoria rainha (Classe 1 Froiz). Com uma prestação sólida e segura, o barco português garantiu o 3º lugar nesta etapa, mantendo-se na linha da frente da classificação geral. Neste fim de semana com os barcos a discutirem 2 regatas não tivemos a presença de membros da MENTOR.
O Bião II ocupa atualmente o 2º lugar da geral, mas está empatado com 5 pontos com o líder do campeonato. Para a próxima prova, agendada para o dia 21 de março, a equipa será reforçada com o regresso de membros da MENTOR, uma união estratégica que visa desfazer o empate e assumir o comando isolado da prova.
Com os campeonatos a entrarem na fase decisiva, as atenções estão centradas na próxima jornada. Será um dia crucial para as cores portuguesas, com o Javitudo a tentar o assalto ao pódio geral e o Bião II a lutar pela vitória absoluta no circuito.
A vela nacional continua, assim, a dar cartas na Galiza, demonstrando que o esforço e a coesão das equipas são a chave para os resultados de topo.
A Ria de Vigo foi palco, este sábado, de uma jornada de vela pesada na segunda etapa da Liga de Inverno Cíes-Rande 2026. Sob a organização do Real Club Náutico de Vigo, a frota enfrentou condições exigentes, com o vento norte a subir de intensidade ao longo da tarde e a registar rajadas constantes na casa dos 20 nós.
O Makai, de Miguel Fonseca (Mentor), realizou a prova com um desafio tático acrescido, com uma uma largada deficitária que atirou a embarcação lusa para a cauda do pelotão logo nos primeiros metros. Com o vento a soprar forte nos 20 nós, a tripulação do Makai iniciou uma recuperação metódica e agressiva de trás para a frente. Milha após milha, o barco foi recuperando nas condições duras de vento.
Apesar da recuperação, o tempo perdido na largada acabou por ser decisivo, com o Makai a fechar num honroso 4º lugar
A frota nacional esteve ainda representada pelo Mad Max, que fechou o pódio em 3º lugar, numa prova vencida pelo Bon III, seguido de Aceites Abril segundo classificado.
A frota da Liga Cíes-Rande regressa já à água no dia 14 de março, com a etapa organizada pelo Liceo Marítimo de Bouzas, onde vamos continuar a fazer o nosso melhor e proteger o segundo da geral que ocupamos no campeonato de inverno.
Depois de sucessivos adiamentos devido às tempestades que fustigaram a nossa costa, a frota portuguesa regressou pelo segundo fim de semana consecutivo à competição em águas galegas. O esforço da deslocação até Portonovo foi recompensado com excelentes resultados, bom tempo e muita garra, provando que a vela lusa está a um bom nível!
Numa prova marcada pelo domínio do TP52 Corsario, a tripulação do Bião II, liderada por Rodrigo Cunha e com a experiência de Miguel Fonseca, realizou uma regata taticamente irrepreensível. Garantiram um fantástico 2º lugar, afirmando-se como os principais perseguidores da categoria rainha.
A equipa do Javitudo de Pedro Pedrosa e Sérgio Castel Branco, mostrou que está na luta, terminando num sólido 4º lugar. A tripulação, composta por, Paulo Andrade, Henrique Bui, Tomás Anderson e Francisco Carona, enfrentou as condições exigentes da Ria com enorme coesão e perícia.
O dia foi ainda mais especial para o nosso ilustre Henrique Bui (Kim), que celebrou o seu aniversário em plena competição. Não há melhor forma de festejar do que a fazer o que mais gostamos, rodeados pela equipa nesta que é uma das mais bonitas rias da Galiza!
A próxima etapa está marcada para o dia 8 de março, na Escola Naval Militar de Marín. Seguimos focados e com a motivação em alta para continuar a lutar pelos lugares de topo!
Esta jornada desportiva no mar, num dia especial para os apaixonados pelo desporto da vela, trouxe uma das etapas mais esperadas pelos velejadores da Liga de Inverno Cíes – Rande, que puderam finalmente fazer-se ao mar para desfrutar de uma das suas atividades prediletas.
A frota chegou a esta prova após um período particularmente fustigado por sucessivas tempestades que assolaram a costa de Portugal, impedindo treinos e dificultando a logística de todas as equipas. Para os velejadores portugueses, a participação nesta regata representou um esforço acrescido: a deslocação até Vigo, em plena época de mau tempo, foi um desafio de resiliência e dedicação ao desporto, superado apenas pela vontade de competir ao mais alto nível.
A ria viguesa, desta vez, facilitou a tarefa graças a um "Eolo" que trouxe uma ventolina constante, subindo até aos 10 nós de intensidade. Às três da tarde, soou o tão esperado sinal de partida para mais de duas dezenas de veleiros, que cruzaram a linha de forma escalonada: primeiro os ORC, seguidos pelos Solitários e A Dois e, por fim, a classe de Concentração Náutica.
O clube anfitrião foi o Club Deportivo Náutico San Adrián de Cobres, assumindo o testemunho do Rodeira de Cangas, que no passado dia 31 de janeiro se vira impossibilitado de organizar a prova precisamente devido aos alertas meteorológicos.
Pela frente, os skippers enfrentaram quase 9 milhas náuticas, com uma boia de desmarque acima de Cangas (tomada por bombordo). O momento foi de grande emoção, especialmente para os ORC, que no primeiro passo de boia prepararam os seus spinnakers ou gennakers, rumando primeiro à boca sul da ria e, posteriormente, à norte.
Na categoria ORC 0-3, a vitória sorriu ao Bon III, de Víctor Carrión (Náutico de Vigo), seguido no pódio pelo Maija, de Iñigo Alzueta (Monte Real Club de Yates de Baiona). O terceiro lugar foi conquistado pelo Makai, de Miguel Fonseca (Mentor Da Foz, Portugal). O resultado da equipa portuguesa é particularmente meritório: apesar de chegar a Vigo após o desgaste das tempestades em Portugal e de competir com uma tripulação mais reduzida, o Makai demonstrou uma enorme capacidade de entrega. A equipa garantiu a sua presença no pódio, prometendo continuar a luta e trabalhar arduamente para subir degraus nas próximas etapas da Liga.
Chuva Intensa e Vento Volátil Marcam a IV Prova da Liga Cíes-Rande: MAKAI Garante Top 4
Vigo, 30 de novembro de 2025 – O fim de semana na Galiza impôs um teste à perícia das tripulações de cruzeiro na IV Prova da Liga de Outono Cíes-Rande, organizada ontem pelo Real Club Náutico Rodeira de Cangas. A regata decorreu sob condições meteorológicas muito adversas, que resultaram numa frota reduzida e numa competição desafiadora pelas condições do tempo.
Apesar da dificuldade do dia, o barco Makai da MENTOR demonstrou uma excelente gestão do percurso, conseguindo garantir um lugar no Top 4 da Classe ORC.
O dia foi caracterizado por chuva intensa e um campo de regata extremamente volátil. Na largada, o vento fraco e os saltos de vento dificultaram a navegação.
A situação agravou-se na perna de popa (downwind), onde uma frente trouxe ventos de 18 nós, chuva fortíssima e rotações de aproximadamente 90º, tornando a manobra e a manutenção da direção um desafio constante. Devido à instabilidade e intensidade das condições, apenas 10 barcos concluíram a prova na Classe ORC.
O Makai conseguiu gerir o seu andamento com mestria ao longo de toda a regata, mantendo-se consistentemente na frente do reduzido e competitivo grupo ORC.
Apesar da sua performance, os barcos maiores – o Magical (Swan 42) e o MadMax (Grand Soleil 44) – foram implacáveis na bolina. Contudo, a tripulação da MENTOR aproveitou uma perda significativa do MadMax na popa, aproximando-se e terminando apenas a 2 minutos e 50 segundos do segundo classificado.
🏆 Classificação Final (Tempo Corrigido):
Fend La Bise
Magical
MadMax
Makai (MENTOR)
O barco Javitudo, do velejador da MENTOR Sérgio Castel-Branco, não conseguiu concluir o percurso. Devido às intempéries e à instabilidade do vento, a tripulação tomou a decisão de se retirar da competição, sublinhando as dificuldades encontradas em prova.
Dupla da Mentor em Destaque no Torneio de Outono de Snipe do CNOCA: Experiência em Competição
A Mentor - Academia de Desenvolvimento de Competências Pessoais e Desportivas continua a fomentar a vela de competição, demonstrando a sua capacidade de envolver velejadores de todas as gerações na alta competição.
Este fim de semana, o experiente velejador João Gil, representando a Mentor em parceria com Jaime Batista (CNAFF), competiu no prestigiado Torneio de Outono de Snipe, organizado pelo CNOCA.
O evento reuniu uma impressionante e desafiante frota de 30 embarcações da classe Snipe, uma das mais emblemáticas e competitivas do panorama nacional.
A dupla João Gil/Jaime Batista competiu com grande empenho e conhecimento tático ao longo das várias regatas. Numa frota de alto nível, conseguiram um honroso 16º lugar na classificação geral, registando três consistentes posições de 16º lugar nas mangas disputadas.
Ainda da Figueira da Foz participou Antonio Baio Dias (CNAFF) e Catarina Sousa (ANM) que ficaram em 25º.
"A participação de velejadores seniores, como o João Gil, é um pilar da nossa missão. Eles não só mantêm o nível competitivo na região, como servem de inspiração e mentores para os jovens que estamos a formar. Competir lado a lado com 30 Snipes desenvolve imensas capacidades e valida a nossa ambição de captar jovens e adultos," refere a direção da Mentor.
O resultado alcançado demonstra que a Mentor é uma academia para todas as idades, conseguindo consolidar a prática desportiva da vela de competição e deixar uma pegada sociocultural relevante na comunidade da Figueira da Foz.
Vigo, 10 de novembro de 2025 – A equipa MENTOR esteve em ação na III Prova da Liga de Outono Cíes – Rande 2025, realizada no sábado, 8 de novembro, sob a organização conjunta dos clubes da Ría de Vigo. Com o Comité de Regatas da Liga de Inverno, liderado por Yago Crespo e Carolina Terrón, a dar o sinal de partida, a prova contou com a participação de cerca de 40 embarcações nas diferentes classes.
Nesta etapa, o foco da equipa MENTOR esteve no Javitudo (Classe ORC 4), de Sérgio Castel-Branco e Pedro Barbosa, com a tripulação composta por Henrique Bui, Paulo Andrade, Francisco Carona, Tomás Anderssen, Miguel Tinoco e Pedro Cadete.
Apesar do vento fraco e alguns contratempos, o Javitudo garantiu um excelente 4º lugar na Classe ORC 4. A participação foi celebrada com a tradicional confraternização no Liceo Marítimo de Bouzas.
O veleiro Makai (Classe ORC 0-3) optou por não participar nesta 3ª Prova da Liga, focando-se na preparação para as próximas etapas.
O Makai regressa à competição e o Javitudo mantém o ritmo no próximo evento: a 4ª Prova da Liga de Outono Cíes – Rande, agendada para o dia 29 de novembro. A organização da prova estará a cargo do Real Club Náutico Rodeira de Cangas (RCNR de Cangas).
Vigo, 16 de outubro de 2025 – O Real Club Náutico de Vigo foi o anfitrião da Segunda Fase da Liga de Outono de Cruzeiros Cíes – Rande no dia 16 de outubro, uma regata que se destacou pela sua Ampla Representação Portuguesa. A MENTOR esteve no centro desta participação, com dois dos quatro barcos lusos em competição.
Quatro embarcações portuguesas defenderam os interesses de clubes nacionais, sublinhando a importância da prova para a vela de cruzeiro na região: o MadMax, o Quinta Lamosa Ecoturismo, e os dois barcos da MENTOR — o Makai de Miguel Fonseca (Mentor Da Foz) e o Javitudo do velejador da MENTOR, Sérgio Castel-Branco.
Na Classe ORC 4, o Javitudo enfrentou uma concorrência intensa, incluindo o líder Unus e o seu rival Bonaventure.
Apesar das condições meteorológicas reportadas como "muito irregulares", o Javitudo e a sua tripulação garantiram um consistente 4º lugar na classe estabelecendo um o ritmo para as provas seguintes.
Vigo, 5 de outubro de 2025 – A MENTOR marcou presença no arranque da época de outono na Galiza, com o Makai e o Javitudo a participarem na XXI Regata Vila de Bouzas – IV Trofeo Antonio Diego Pérez, que serviu também como a primeira regata da Liga de Outono Cíes – Rande.
A competição, organizada sob a égide do Real Club Náutico de Vigo, começou com incerteza devido às condições de vento em terra. Contudo, o Comité de Regatas, liderado por Yago Crespo, tomou a acertada decisão de sair para o mar, onde foram encontradas "fantásticas condições de vento" que permitiram dar a partida às cerca de 35 embarcações que se fizeram à água.
O Makai, liderado pelo skipper Miguel Fonseca, competiu na exigente Classe ORC 0-3. A tripulação, composta por Edgar Faria, Vasco Justino, António Caseiro, Paulo Lopes, Catarina Sousa e Rodrigo Cunha, demonstrou bom andamento ao terminar na 4ª posição em tempo real, fechando a classificação em 6º lugar em tempo corrigido. A participação nesta classe altamente competitiva é crucial para o desenvolvimento da equipa e do barco.
Na Classe ORC 4, o Javitudo, do armador Sérgio Castel-Branco, assegurou um excelente resultado. Com Henrique Bui, Paulo Andrade e Francisco Carona a bordo, o Javitudo conquistou o 4º lugar, garantindo mais um barco português com uma prestação de destaque no top 5.
Classificação Geral
Na classificação geral provisória ORC (que agrega todas as classes), onde competem 18 barcos, o Makai e o Javitudo posicionam-se de forma sólida no meio da tabela, ocupando o 9º e o 10º lugar, respetivamente.
A organização felicitou todos os participantes e agradeceu os comentários que "ajudam a seguir trabalhando mantendo o rumo". A próxima etapa da liga de outono está marcada para o sábado, dia 18 de outubro, com a prova a ser organizada pelo Real Club Náutico de Vigo.
Após adiamento da data prevista (27 setembro) devido às condições climatéricas adversas, disputou-se sábado dia 4 de outubro, a quarta e última prova do Campeonato de Mini Cruzeiros 2025 do Clube do Mar de Coimbra, prova aberta a embarcações de cruzeiro ANC (“rating” da Associação Nacional de Cruzeiros) de comprimento inferior a 8 metros. A prova também foi aberta para outras embarcações inferiores a 8 metros as quais, não correndo em ANC, disputaram com a restante frota o Troféu Fita Azul, que distingue as embarcação com mais primeiros lugares em tempo real (a mais rápida em regata).
Nesta 4ª e última etapa uma fantástica tarde de vela, com ventos do quadrante NW entre 10 e 15 nós, permitindo cumprir o programa de quatro regatas e fechar da melhor forma este Campeonato de Mini Cruzeiros.
O percurso tinha as largadas junto à praia do Cabedelinho, rondagem de baliza junto ao molhe norte e subida do rio para rondar baliza próximo da saída da Marina, tendo participado cinco embarcações.
Saíu vencedor o Le Bougon de Bruno Carvalho / Paulo Duarte seguido do Corto Maltese veleiro do Clube com António Moreira a timoneiro e em terceiro Tapia de Esteban Sanchez.
Assim e “fechando contas” do 2º Campeonato de Mini Cruzeiros, disputaram-se um total de 12 regatas e houve participações que contabilizaram cerca de sete dezenas de velejadores de diferentes escalões etários (de Infantis a Masters). Regatas muito interessantes e desafiantes do ponto de vista técnico, devido às variações de correntes e alterações de vento, que obrigaram as tripulações a usar da melhor perícia.
Vencedor do Campeonato, o Tatou de João Guerra timonado por Bernardo Feio, seguido do Le Bougon e em terceiro o Corto Maltese.
O troféu Fita Azul teve por vencedor o Scaramanga de António Caseiro MENTOR.